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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Entendo a Psicossomática




       Nos dias atuais tem se percebido cada fez mais o uso do termo Psicossomática ou doença psicossomática tanto por áreas da Psicologia quanto demais áreas da saúde como a Enfermagem e a Medicina.
Gosto de utilizar exemplos claros e uma terminologia mais acessível a todos, pois compreendo que alguns conceitos não são bem explanados e talvez não ocorra o entendimento a quem não pertence ao ramo da Psicologia. O meu foco desde minha formação é acessibilizar a Psicologia a todos, trabalhando não para meu colegas, mas sim para as todas as pessoas que buscam o entendimento da Psicologia ou ajuda através dela e de mim.
Vamos analisar juntos a palavra “psicossomática”. Psico vem de psique = mente, soma provém do grego significando corpo. Se analisarmos por outro entendimento do signo soma ou somática poderemos entender a somatização. E somatização o que remete a você? SOMA! Logo a Psicossomatização é a soma de materiais internos não trabalhados que não encontram uma maneira clara de mostrar a pessoa que algo dentro da mente dela está errado. Então, ao invés de mandar uma mensagem mental, manda pela via física atentando “você não está bem, será preciso ser reavaliada certas coisas”.
Que coisas são essas? Explicitarei após um exemplo.
Márcia encontrava-se em um emprego que lhe causava muito estresse e frustração Estresse porque era muito cobrada, frustração porque não era o emprego de seus sonhos. Não podendo sair deste trabalho começou a sentir fortes cólicas pré período menstrual, tão fortes que ia em um hospital e os médicos prescreviam medicação intravenosa. E mesmo assim com nenhum desses remédios as fortes cólicas não passavam. Foi feito um “inquérito” para descoberta da causa. Foi então dada uma hipótese diagnosticada Endometriose. Variados exames foram feitos e nada constava de malefício. Após alguns meses sem poder trabalhar, já que por vários atestados, decidiu pedir demissão, antes que fosse demitida por tanta ausência via atestados médicos. Após um mês da saída do emprego e pensando em uma recolocação profissional, as fortes cólicas sumiram como num passe de mágica.
Esta é a psicossomatização. O que a nossa mente não consegue trabalhar, o nosso corpo sente e paga!
Quem não vivenciou uma somatização, com certeza já pode ter ouvido algum conhecido falar “sinto um mau tal, vou a um médico, faço exames, mas ‘nada consta’” não é mesmo? Trilhando essa linha de raciocínio é mais fácil de entender as psicossomatizações.
As doenças psicossomáticas são provenientes de um conflito emocional passado para o corpo. São doenças relacionadas à psique e não ao corpo, que dentro de um exame não aparece, somente sentindo em seu corpo os sinais de alguma doença que parece ser física/ orgânica/ biológica.
Muitos casos são vistos comumente tais como Alopécia, Endometriose, gastrite, rinite, entre outros males.
Nem sempre os sintomas são mascarados, e eles realmente se mostram fisicamente, mas sem motivo da causa.
Dependendo do caso, os sintomas podem ser cessados ou diminuídos com uma intervenção medicamentosa, mas logo eles voltam, e novamente os médicos tentam ajudar o paciente de todas as formas.


Uma doença psicossomática não é equivalente da pessoa “reclamar” sem sentido, o indivíduo realmente sofre, e também não significa que a doença não existe. Muito pelo contrário, ela existe sim, mas a causa não é física, mas sim emocional, uma doença do espírito.
De caso para caso alguns sintomas são evidentes no corpo, outros não, mas todos com um grau de sofrimento tal para o sujeito.
Médicos mais atentos a tais acontecimentos encaminham para um especialista como um Psicólogo. O que vemos cada vez mais ocorrer é a prática multidisciplinar, onde Medicina, Psicologia e tantas outras áreas da saúde trabalham em conjunto em favor única e exclusivamente do bem estar da pessoa.
Dica: se você apresenta algum sintoma que não possui caracterização de doença física adentre para os motivos possíveis das enfermidades que você possa vir apresentando. Se coloque na posição de analista: interprete o que tem. Tente buscar no fundo de sua alma o que vem lhe causando conflito, sofrimento, angústia e desprazer. Entenda a si! Lembre-se você sempre foi e sempre será o seu maior e melhor amigo.

Felicidade a todos!

Post dedicado a Simone

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O que é e como lidar com a Depressão



Pensemos primeiramente na palavra “depressão”. Depressão significa aquilo que cai, aquilo que é o signo oposto do que se eleva. Ex.: depressão do Ebro.

Todos nós, seres humanos passamos por altos e baixos em nossas vidas de maneira que nem sempre podemos falar que estamos somente bem.

Como sair de um emprego. Por um momento ficamos deprimidos pelo motivo real, mas logo percebemos novas perspectivas e oportunidades, como uma recolocação profissional.

O que difere a depressão patologia de alguma vivência depressiva é que enquanto doença esta apresenta um rebaixamento de um dos neurotransmissores fundamentais do humor, que é a Serotonina.

Ele é tão importante que o rebaixamento deste produto químico cerebral resulta no aparecimento de alguns sintomas: insônia, inquietação, irritabilidade (principalmente ao amanhecer), perda do apetite sexual, sensação de morte, visão pessimista do futuro, sentimentos de culpa, ansiedade, dificuldade de concentração, ideias de morte ou desejo velado de suicídio, inapetência ou fome exagerada e, consequentemente, perda ou aumento de peso, distúrbios gastrointestinais, medos generalizados, e, o mais importante, a tristeza severa.

Tipicamente percebemos este rebaixamento não necessariamente quando estamos acometidos pela doença Depressão. Tal é como quando ingerimos bebidas alcóolicas onde percebemos alguns sintomas típicos da depressão, só que este estado depressivo neuroqímico se mostra momentaneamente.

Ocorre assim: antes de bebermos, nosso cérebro diariamente apresenta um número “x” de neurotransmissores, portanto estamos emocionalmente lineares. Trabalhamos, estudamos, estamos ativos e com o humor equilibrado. Após a ingestão de bebida alcóolica este número “x” de Serotonina diária é elevado, pois a bebida faz que sintamos euforia e automaticamente uma grande sensação de prazer e bem-estar. Lógico, bem maior do que quando não ocorre a ingestão de tais drogas.

No outro dia, devido à descarga elevada da Serotonina do dia anterior, nos sentimos aparentemente fracos fisicamente, tal se faz em função da alta descarga deste neurotransmissor e a posterior diminuição por ter excedido o seu uso. Percebemos que demora certo tempo para nos equilibrarmos normalmente o que chamamos convencionalmente de ressaca.
Após um tempo e com uma alimentação e repouso adequados o cérebro repõe as serotoninas, então novamente equilibrados cerebralmente e quimicamente repostos ocorre a reposição e a linearidade serotoninérgica.

Imagine agora você com esta sensação de desânimo da ressaca duplamente mais eficaz/ elevada, e por um período maior. Esta é a sensação de quem sofre de depressão.

Engana-se quem pensa que está livre de sofrer deste mal. A depressão provém de uma disfunção cerebral causada seja pela genética, seja por alguma circunstância de nossa vida em que nos sentimos depressivos ou “depreciados”.

Há que se entender e diferenciar o que é uma vivência que causa prejuízo emocional proveniente de uma situação circunstancial e do que é de algo prolongado e caracterizado como patologia.

A depressão é uma doença que prejudica a vida emocional do indivíduo, seu corpo e seu pensamento. Ela desempenha altos prejuízos tanto na vida pessoal quanto na profissional, social e conjugal.

O tempo da depressão não existe, podendo perdurar em anos ou meses dependendo do grau da doença afetada e da busca pela ajuda.

Esta ajuda se faz seja por meio de atendimento psicológico, seja por meio de uma ajuda médica, dependendo do caso. Mas sabe- se que quanto mais cedo o tratamento iniciar, menos tempo o sofrimento perdurará, e melhor será o prognóstico. Além disto, o recomendado é a ajuda Inter profissional, ou seja, a mescla da ajuda tanto medicamentosa quanto psicológica.

Em muitos casos a ajuda de um nutricionista também se torna eficaz.

Quando buscar ajuda?

O aconselhável é que não passando os sintomas no período de três semanas, a pessoa e seus conhecidos deverão buscar ajuda e informação de por intermédio de profissionais preparados.

Os tipos de depressão deverão ser diagnosticados pelos profissionais competentes para tal.

Existem variados tipos tais como a Distmia e a Depressão maior.

A Distimia nada mais é que quando o humor da pessoa manifesta-se oscilante, porém não tão severa, o individuo consegue encarar as obrigações do dia-a-dia comumente.

Já a Depressão maior, podemos assim dizer como sendo oposta à Distimia, pois além de ser caracterizada por todos os sintomas, o sujeito encontra-se debilitado e poderá ser recomendada uma internação, pois por ser mais severa, o sujeito encontra-se em um extremo abandono de si e alguns comportamentos como não cuidar de sua higiene pessoal e ideações suicidas serem frequentes.

Atento para a possibilidade de internação quando não há por perto uma estrutura familiar e profissional adequada, e que nem todo individuo acometido pela Depressão deverá ser internado.

O que fazer?

A ajuda e o guia de um profissional é de suma importância para os passos seguintes.

Se há intervenção medicamentosa ter a habilidade da espera, já que comumente os antidepressivos demoram um tempo para surtir efeito no organismo. Dependendo, na primeira semana de uso não haverá resultado quase que algum.

Segundo: estes medicamentos não podem ser usados com bebidas alcóolicas ou outras drogas que causam efeito na consciência.

Importante salientar que todo tratamento haverá de ter começo, meio e fim. Parar ou ausentar o tratamento perderá todos os esforços passados.

Exercícios físicos são grandes beneficiadores do corpo e da mente. Não necessariamente deverá ser uma academia, poderá ser uma caminhada leve. Toda atividade física não traz somente recursos ao externo, mas cria o aumento de Serotonina no cérebro, o que libera a mensagem em nosso organismo de prazer e satisfação.

No momento dos recursos desenvolvidos na cura de quaisquer patologias mentais, decisões importantes não deverão ser tomadas, tais como separação, mudança de carreira, ou qualquer decisão decidida naquele momento que acarretará benefícios ou malefícios em longo prazo.

Lembre-se toda decisão há com ela consequências que podem ser evitadas quando se está enfermo.

O doente seja físico ou mental está frágil e precisará repensar atitudes e pensamentos sobre si e sobre o outro.

Não julguemos. O paciente que nele há um quadro depressivo não é fraco, já que as impossibilidades da vida ocorrem para todos só que em graus distintos. Saber lidar com as diferenças, em especial das dificuldades que cada um apresenta ao longo da vida é uma grande sabedoria que deverá ser desenvolvida ao longo de nossa vida e fazendo-nos utilizarmos da maturidade emocional.

Percebo não somente no meu meio social, mas também na minha prática clínica é que a maioria das pessoas que são sustentadas por um quadro depressivo é um alguém cujas regras que desempenham em sua vida são prejudiciais a si.

O que tento explicitar em minhas palavras é: a pessoa que sujeitou- se a realizar os desejos de outrem normalmente dizem NÃO a si mesmos.

A pessoa que se acostuma o só dizer sim para o outro, consciente ou inconscientemente tente a querer receber em troca o sim do outro, e quando isto não acontece, a pessoa se frustra e acaba por adoecer.

Lembro que a depressão vem com uma sinalização de “estou cansado da vida e das pessoas”.

Saber lidar com o amor que damos e recebemos é um passo importante e comum a todos que querem ser felizes.

O amor vem de dentro, deve ser oferecido sem esperas de recompensa. O amor dado ao outro não poderá ser sentido por este outro. Só a pessoa que dá pode senti-lo. E isto ocorre é com todos!

Nessa mesma linha de raciocínio podemos concluir que “o que é do outro é do outro e não meu”.

Se eu deposito amor ou ódio por alguém este sentimento restringirá ao meu sentir, não ao sentir do outro.

O permanente são atitudes e concretizações. Os sentimentos por sê- los abstratos, não poderão ser sentidos a quem damos, mas somente nós mesmos sentiremos.

A desesperança acontece no momento em que depositamos “nossas fichas” no outro, o que não está correto, pois a autonomia é necessária a qualquer ser humano. O viver está baseado na liberdade de decidir, e toda decisão, a consequência surgirá.

A consciência de si e o entendimento da vida são baseados no conhecimento do que fazemos e do que fizemos, da onde viemos e do que queremos. Quando tais aspectos encontram-se deturbados é a hora de repensar valores e sentimentos.

Em resumo, a depressão é o que cai. Então para não cair, eleve-se! Mantenha o hábito de sorrir e pensar em coisas positivas e que te fazem melhor, mais feliz, mais pleno. Buscar fontes de alegria e esquecer-se de uma vida cinza.

Compreendo perfeitamente que a pessoa deprimida não consegue no auge da sua “depreciação” pensar em sorrisos, risos, pois no fundo sente- se não merecedora destas situações de alegria.

Um bom começo é relembrar do que em algum momento da tua vida te fazia sorrir. 
Outra maneira de perceber a felicidade de viver é começar a observar os sorrisos à sua volta e as pessoas que nem mesmo você conhece e que passam por você, tentar entender o motivo de quem você vê na rua sorrindo. 
Muitas vezes pensamos que não há momento para alegria e felicidade, mas todos nós temos a certeza da felicidade, daquela que já encontramos e esquecemos por aí, ou daquela que ainda não resgatamos, mas que pertence a nós e está perambulando em algum lugar do planeta.

Retome-a ou conquiste-a. Ela existe, basta você saber como trilhar o caminho do pote do ouro!



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O Morrer




Umas das poucas certezas da vida é a Morte. Tanto a nossa quanto a de pessoas queridas.

Apesar desta certeza nos dói quando alguém que gostamos se vai.

Quando perdemos alguém choramos e com isso muitas das vezes surge certo pensamento de que somos fracos. Não! Nada mais natural chorar e encarar uma readaptação da falta desse alguém tão querido.

Algumas etapas deste luto, desta perda poderão vir à tona seja em forma de negação, seja em forma de crises de choro. Outros sentimentos podem emergir como o medo, a raiva, a culpa e posteriormente a aceitação.

Como lidamos perante a morte é algo subjetivo, ou seja, cada um sente de uma maneira. Mas acima de tudo devemos andar lado a lado com a verdade sempre! Tanto para nós quanto para outrem.

Muitas vezes quando morre algum adulto próximo, a família omite à criança sua morte pensando assim poupá-la. Em outras, os adultos por não saber lidar com a situação trabalha a mente da criança contando fábulas como “ele/ ela virou estrela” e por aí vai.

É necessário explicar para criança a verdade, que a pessoa querida morreu, e se possível levá-la ao ritual de despedida ao lado de alguém que esteja mais estável emocionalmente explicando o que ocorre.

O que é igual tanto para o adulto quanto para a criança é que devem vivenciar o real, enfrentar a concretização desta perda, não criando ilusões acerca do acontecimento.

Quanto mais presente a vivência da verdade, menor tempo será o luto.

Outros lutos também podem ser vivenciados. A morte não representa somente a perda da vida do corpo, mas também o fim de um relacionamento, entre outros tantos tipos de morte.

Ao redor da pessoa que sofreu uma perda é necessária a conscientização de que ela precisa extravasar tal sofrimento, seja em forma de conversa, seja na forma de choro ou qualquer outra externalização deste sofrer. Quanto mais a pessoa repreender o sofrimento mais tempo demorará em elaborar o luto.

Erroneamente pensamos que quando a pessoa não chora ela está conseguindo “encarar” a perda fortemente ou da melhor forma. Muito se engana quem pensa como tal. Pode ocorrer uma aparente aceitação, mas o que observa- se em clínica é que muitas pessoas nos (psicólogos) procuram quando não conseguem lidar com a situação da perda porque não conseguem chorar, pôr para fora tantos sentimentos que ficaram sedimentados pela aparente fortaleza, ou para “segurar” familiares e/ ou amigos mais sensibilizados com a situação.

Não só neste comportamento de negar ou reprimir o luto, observamos também a elaboração da perda em outra circunstância da vida com outras diferentes pessoas e situações, fazendo com que sentimentos reprimidos sejam deslocados em outro tempo e com outras pessoas.

Exemplo: Maria perdeu seu filho quando esse completava 6 meses de vida. Em seu funeral pouco aparentou tristeza e choro, bem como nos meses decorrentes. Após o fim de seu casamento tentou suicídio. Não aguentou a perda do marido.

Normalmente, quando nega- se a morte de alguém a pessoa que nega terá em algum momento de sua vida “enterrar” aquele sentimento antes mascarado por diversos fatores que somente com algum tempo de terapia ou passar por outros processos inerentes à vida, a pessoa terá acesso desta explicação.

Aliados da pessoa que perde deverão vigiar certas atitudes pós-morte de alguém próximo. Se observar que a pessoa não está lidando “bem” com o processo poderá buscar ajuda psicológica. Em casos mais específicos de trauma, a ajuda de um médico se faz eficaz.

Algumas religiões orientam que não se pode chorar pelo morto, mas sabemos pensando psicologicamente, que é necessário o choro e qualquer externalização deste sofrimento que é duro para todos!

O tempo é outro fator preponderante para a solução do luto. Permitir que a pessoa que perdeu vivenciar seu próprio tempo não estipulando limite para tal. Então, se a pessoa que sofre se nega a se desfazer de pertences do falecido, deixe, pois é necessário para aquela pessoa como singularidade não se desfazer naquele momento dos objetos da pessoa amada que se foi.

A culpa sendo uma das etapas do luto pode surgir de maneira explícita como “não deveria ter brigado com ele da ultima vez que o vi”. Lembro que tais rumores não se fazem necessário, já que toda relação há contratempos e todo envolvimento humano poderá ocorrer desentendimentos por algum conflito.

A morte é um processo inevitável e somente o grandioso poder da Vida poderá escolher tal momento. Nós seres humanos somos pequeninos diante da sabedoria da Vida. Devemos estar preparados para lidar com situações inevitáveis, ficando fortalecidos conosco a partir da filosofia de Vida de cada um.

A melhor maneira (ou a menos pior) para lidar com a morte, seja a fim de um relacionamento ou seja a morte propriamente dita (a física) é relembrar momentos bons em que esteve com a pessoa e o quanto ela lhe fui útil para passar uma mensagem diferente em sua vida.

Perdoe qualquer desentendimento por parte do morto ou do seu por ele. Perdoar-se é o primeiro passo para o perdão do outro.

Faça as passes com o passado e pense num futuro pleno, não esquecendo que o presente merece atenção, pois é nele que temos acesso da modificação de algo que não está fluindo bem ou pensar na melhoria de algo que está sendo bom.

Sugestão de leitura:

  • Sobre a morte e o morrer (Elisabeth Kubler-Ross) 
  • Escritos sobre a guerra e a morte (Sigmund Freud) 
  • Além do Princípio do prazer – Obras completas Vol. 18 (Sigmund Freud)

Coluna no Portal Educação

Minha matéria sobre o Kurt Cobain foi divulgada no Portal Educação e agora sou uma colunista de lá! http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/14182/kurt-cobain-pequeno-esboco-de-seu-possivel-quadro-borderline/pagina-1